Linagliptina 5mg – Controle do Diabetes Tipo 2
R$ 63,57
Linagliptina 5 mg para controle do diabetes tipo 2, ajudando o organismo a aumentar a resposta de insulina quando a glicose sobe e a reduzir glucagon.
Tem a vantagem prática de ser usada uma vez ao dia e, em geral, não exigir ajuste de dose por função renal.
Composição: Linagliptina 5 mg.
Ver frete
| Frete | Vl Orig | Desc. | Vl Final | Prazo |
|---|---|---|---|---|
| Informe o CEP e clique em Calcular. | ||||
Este é um produto manipulado, produzido sob encomenda após a compra. A produção pode levar até 3 dias úteis antes de ser enviado.
Produtos manipulados possuem rótulo personalizado com informações da fórmula, nome do cliente e prescritor.
Conforme a RDC 44 de 17 de agosto de 2009, Artigo 58, "O estabelecimento farmacêutico deve assegurar ao usuário a informação e orientação quanto ao uso dos medicamentos solicitados por acesso remoto". É importante seguir as instruções do profissional que prescreveu o uso. Em caso de qualquer dúvida Fale com um de nossos Fármacêuticos
- Descrição
- Informação adicional
Descrição
A linagliptina é um medicamento oral da classe dos inibidores da DPP-4, usado no tratamento do diabetes mellitus tipo 2. Seu diferencial é atuar sobre o sistema das incretinas, ajudando o pâncreas a responder melhor quando a glicose está elevada.
Composição
Linagliptina 5 mg.
Como a linagliptina funciona?
Após uma refeição, o intestino libera hormônios chamados GLP-1 e GIP. Eles aumentam a secreção de insulina de maneira dependente da glicose e ajudam a reduzir a liberação de glucagon. A enzima DPP-4 degrada rapidamente essas incretinas.
A linagliptina bloqueia a DPP-4 e prolonga a ação dessas moléculas. O resultado é melhora da glicemia em jejum e após as refeições, com um mecanismo que tende a provocar menos hipoglicemia do que fármacos que estimulam insulina independentemente da glicose.
Por que ela é interessante em pacientes com doença renal?
Esse é um dos diferenciais mais úteis da linagliptina. Ao contrário de vários outros inibidores de DPP-4, sua eliminação é predominantemente não renal. Estudos farmacocinéticos mostram que a insuficiência renal tem efeito pequeno sobre a exposição ao medicamento.
Por isso, a linagliptina geralmente não necessita ajuste de dose pela função renal. Isso simplifica o tratamento de muitos pacientes com diabetes tipo 2 e doença renal crônica.
Ela protege coração e rim como dapagliflozina ou empagliflozina?
Não devemos misturar os papéis das classes. No estudo CARMELINA, a linagliptina demonstrou segurança cardiovascular, mas não reduziu de forma significativa os principais eventos cardiovasculares ou o desfecho renal composto em comparação ao placebo.
Inibidores de SGLT2, como dapagliflozina e empagliflozina, possuem evidência mais forte de benefício cardiorrenal em perfis específicos. A linagliptina tem outro papel: melhorar o controle glicêmico com boa tolerabilidade e conveniência, inclusive em comprometimento renal.
Qual o risco de hipoglicemia?
Usada isoladamente ou com medicamentos que não provocam hipoglicemia, o risco costuma ser baixo porque sua ação depende da concentração de glicose. O risco aumenta quando é associada a insulina ou sulfonilureias, e nesses casos o médico pode precisar ajustar outros componentes do esquema.
Associações comuns
A linagliptina pode ser utilizada com metformina e outros antidiabéticos quando mecanismos complementares são necessários. O tratamento moderno do diabetes também considera peso, risco cardiovascular, função renal e presença de insuficiência cardíaca — não apenas a hemoglobina glicada.
Cuidados importantes
A linagliptina não é indicada para diabetes tipo 1 nem para tratamento de cetoacidose diabética. Pancreatite aguda é rara, mas deve ser considerada diante de dor abdominal intensa e persistente.
A classe também possui alertas para reações de hipersensibilidade, dor articular intensa e penfigoide bolhoso, embora sejam eventos incomuns.
Por que manipular?
A apresentação manipulada permite adequar a quantidade ao período de acompanhamento e integrar o tratamento à rotina prescrita. A dose deve seguir a orientação médica e não deve ser ajustada com base apenas em uma medida isolada de glicemia.
O controle do diabetes deve incluir acompanhamento de HbA1c, função renal, pressão arterial e demais fatores de risco conforme orientação profissional.
Referências
Rosenstock, J. et al. (2019). Effect of Linagliptin vs Placebo on Major Cardiovascular Events in Adults With Type 2 Diabetes and High Cardiovascular and Renal Risk: CARMELINA. JAMA. PubMed
Graefe-Mody, U. et al. (2013). Renal impairment has no clinically relevant effect on long-term exposure of linagliptin. American Journal of Therapeutics. DOI
Informação adicional
| Peso | 0,2 kg |
|---|---|
| Dimensões | 8 × 10 × 12 cm |
Este produto não se trata de propaganda médica, mas de uma descrição detalhada. A venda é realizada mediante prescrição de um profissional habilitado, conforme a Resolução nº 586/2013 do Conselho Federal de Farmácia. Consulte um especialista antes do uso. Ou Fale com um de nossos Fármaceuticos
Todos os produtos manipulados seguem padrões seguros e as normas sanitárias vigentes. O uso deve ser orientado por um profissional da saúde. Automedicação é prejudicial à saúde.





