Dapagliflozina 10mg – Controle Glicemico
R$ 89,96
Dapagliflozina 10 mg atua eliminando parte da glicose pela urina e ajuda no controle glicêmico sem depender de aumentar a secreção de insulina.
Além da glicemia, a classe possui benefícios importantes para coração e rins em pacientes selecionados. Uso usual: uma dose ao dia.
Composição: Dapagliflozina 10 mg.
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- Descrição
- Informação adicional
Descrição
A dapagliflozina pertence à classe dos inibidores de SGLT2. Ela começou como um medicamento para diabetes tipo 2, mas grandes ensaios clínicos mostraram que seus efeitos se estendem ao coração e aos rins, inclusive em alguns pacientes sem diabetes.
Composição
Dapagliflozina 10 mg.
Como ela reduz a glicose?
Os rins filtram glicose continuamente e depois reabsorvem quase toda essa glicose de volta para o sangue. O transportador SGLT2, localizado no túbulo proximal, participa desse processo.
A dapagliflozina bloqueia o SGLT2 e faz com que parte da glicose seja eliminada na urina. Isso reduz a glicemia sem depender diretamente de aumentar a secreção de insulina.
Por que ela ajuda na insuficiência cardíaca?
O benefício não parece ser explicado apenas pela perda de glicose. O medicamento promove natriurese discreta, altera hemodinâmica renal e reduz sobrecarga de volume, entre outros mecanismos.
No estudo DAPA-HF, com 4.744 pacientes com insuficiência cardíaca e fração de ejeção reduzida, dapagliflozina reduziu o risco combinado de piora da insuficiência cardíaca ou morte cardiovascular, inclusive em pessoas sem diabetes.
E nos rins?
No estudo DAPA-CKD, com 4.304 participantes, a dapagliflozina reduziu de forma importante o risco de piora sustentada da função renal, doença renal terminal ou morte renal/cardiovascular. O benefício também foi observado em participantes sem diabetes.
Isso explica por que hoje a dapagliflozina é muito mais que um simples “remédio para baixar açúcar”.
Evidência cardiovascular no diabetes
No DECLARE–TIMI 58, envolvendo mais de 17 mil pessoas com diabetes tipo 2, a dapagliflozina demonstrou segurança cardiovascular e reduziu hospitalizações por insuficiência cardíaca.
Ela ajuda a emagrecer?
A eliminação urinária de glicose representa perda calórica e pode levar a redução modesta de peso. Esse efeito é secundário e não transforma a dapagliflozina em medicamento primário para emagrecimento.
Principais efeitos adversos
O aumento de glicose na urina favorece infecções genitais por fungos, especialmente em pessoas predispostas. Também pode ocorrer aumento da diurese, sede, queda de pressão ou desidratação.
Infecção urinária pode ocorrer, mas o aumento mais característico da classe é de infecções genitais micóticas.
Cetoacidose euglicêmica: um risco raro, mas importante
Inibidores de SGLT2 podem, raramente, causar cetoacidose mesmo com glicemia não muito elevada. O risco aumenta em jejum prolongado, cirurgia, doença aguda, ingestão muito baixa de carboidratos, consumo excessivo de álcool ou redução inadequada de insulina.
Por isso, médicos costumam orientar suspensão temporária em algumas situações clínicas e antes de determinados procedimentos.
Função renal e acompanhamento
A resposta glicêmica diminui à medida que a função renal cai, mas os benefícios cardiorrenais podem permanecer em faixas de função renal específicas. A decisão de iniciar ou manter o tratamento deve considerar a indicação e o eGFR.
O que a manipulação acrescenta?
A formulação magistral permite adequar dose e quantidade à prescrição e, em fórmulas específicas, combinar com outros componentes quando o médico considerar apropriado.
Um produto manipulado contém o mesmo princípio ativo, mas não deve ser descrito como automaticamente bioequivalente a uma marca industrial sem estudo específico de bioequivalência.
O uso deve considerar função renal, hidratação, outras medicações e situações que aumentem o risco de cetoacidose.
Referências
McMurray, J. J. V. et al. (2019). Dapagliflozin in Patients with Heart Failure and Reduced Ejection Fraction. New England Journal of Medicine. DOI
Heerspink, H. J. L. et al. (2020). Dapagliflozin in Patients with Chronic Kidney Disease. New England Journal of Medicine. DOI
Wiviott, S. D. et al. (2019). Dapagliflozin and Cardiovascular Outcomes in Type 2 Diabetes. New England Journal of Medicine. DOI
Informação adicional
| Peso | 0,1 kg |
|---|---|
| Dimensões | 6 × 5 × 10 cm |
| Quantidade de Doses | 30, 60, 90, 120, 180 |
| Tipo de Capsula | Gelatina, Incolor (Sem corantes), Vegetal |
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