Dapagliflozina + Metformina – XR Liberação Lenta
R$ 88,57
Dapagliflozina + Metformina em liberação modificada, reunindo dois dos mecanismos mais usados no controle do diabetes tipo 2 em uma única fórmula.
A metformina reduz a produção hepática de glicose e melhora a sensibilidade à insulina; a dapagliflozina aumenta a eliminação renal de glicose. Geralmente utilizada em dose diária conforme a formulação.
Composição: Dapagliflozina + Metformina XR (liberação modificada), em dose conforme prescrição.
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Descrição
A associação de dapagliflozina + metformina é clinicamente coerente porque reúne dois mecanismos diferentes: a metformina reduz principalmente a produção hepática de glicose e melhora a sensibilidade à insulina; a dapagliflozina bloqueia o SGLT2 nos rins e aumenta a eliminação de glicose pela urina.
Composição
Dapagliflozina + Metformina XR (liberação modificada), em dose conforme prescrição.
Esta apresentação magistral utiliza uma estratégia de liberação modificada para a metformina, permitindo personalização de dose e quantidade conforme a prescrição.
Por que combinar os dois?
Como agem em pontos diferentes do metabolismo da glicose, a associação pode reduzir HbA1c de forma mais eficiente do que depender de um único mecanismo. Ela também simplifica o número de unidades tomadas ao dia quando o médico já decidiu usar ambos.
Metformina: a base metabólica
A metformina reduz a produção hepática de glicose e melhora a ação da insulina. É uma das terapias mais antigas e estudadas para diabetes tipo 2.
Seus efeitos gastrointestinais — náusea, diarreia, desconforto abdominal — são comuns no início. Formulações de liberação prolongada podem melhorar tolerabilidade em parte dos pacientes.
Dapagliflozina: glicose pela urina e proteção cardiorrenal
A dapagliflozina bloqueia o SGLT2 no túbulo proximal renal. Além de reduzir glicemia, grandes estudos demonstraram benefícios em insuficiência cardíaca e doença renal crônica, inclusive em algumas pessoas sem diabetes.
Esses benefícios são próprios da evidência da dapagliflozina e não dependem da presença de metformina.
O que significa “XR” nesta fórmula?
Polímeros como HPMC podem formar uma matriz hidratada e retardar a dissolução da metformina. Uma cápsula gastrorresistente pode também atrasar o início da liberação até o intestino.
Porém, uma formulação magistral com HPMC e/ou revestimento entérico não deve ser considerada automaticamente bioequivalente a um comprimido industrial de metformina XR ou a uma combinação comercial fixa sem estudo específico de dissolução e farmacocinética.
Liberação lenta significa menos efeitos gastrointestinais?
É uma estratégia racional e formulações XR industriais de metformina costumam apresentar melhor tolerabilidade gastrointestinal em parte dos pacientes. Mas o desempenho exato depende da formulação utilizada.
Vitamina B12 e uso prolongado de metformina
Uso crônico de metformina pode reduzir os níveis de vitamina B12 em alguns pacientes. Em tratamentos longos, especialmente se houver anemia, neuropatia ou dieta de risco, pode ser útil monitorar B12.
Principais cuidados com dapagliflozina
O aumento de glicose urinária favorece candidíase genital. Também podem ocorrer aumento da diurese, desidratação e queda de pressão.
Existe risco raro de cetoacidose euglicêmica, especialmente em jejum prolongado, doença aguda, cirurgia, dietas muito restritas em carboidratos ou redução inadequada de insulina.
Função renal
A função renal influencia tanto o uso da metformina quanto da dapagliflozina. Os limites para iniciar ou manter cada componente dependem da indicação e do eGFR; o esquema deve ser revisto quando há doença renal avançada.
Por que manipular?
O principal ganho é personalizar doses e simplificar o esquema em uma única preparação quando o prescritor opta pelos dois ativos. A tecnologia de liberação pode ser desenhada conforme a receita e as limitações farmacotécnicas.
Dose, perfil de liberação e frequência devem seguir a receita. Não abra ou triture uma preparação cuja liberação dependa de revestimento ou matriz.
Referências
Bailey, C. J.; Turner, R. C. (1996). Metformin. New England Journal of Medicine, 334, 574–579. DOI
McMurray, J. J. V. et al. (2019). Dapagliflozin in Patients with Heart Failure and Reduced Ejection Fraction. NEJM. DOI
Heerspink, H. J. L. et al. (2020). Dapagliflozin in Patients with Chronic Kidney Disease. NEJM. DOI
Informação adicional
| Peso | 0,2 kg |
|---|---|
| Dimensões | 8 × 10 × 15 cm |
| Tipo de Capsula | Gastroresistente |
Este produto não se trata de propaganda médica, mas de uma descrição detalhada. A venda é realizada mediante prescrição de um profissional habilitado, conforme a Resolução nº 586/2013 do Conselho Federal de Farmácia. Consulte um especialista antes do uso. Ou Fale com um de nossos Fármaceuticos
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